Sabe aquele filme de suspense que te deixa com uma sensação de claustrofobia e te faz lembrar um pouquinho do isolamento que a gente viveu na pandemia?
A Última Casa, aquele lançamento da Netflix de agosto de 2026, tem exatamente essa pegada.
A história acompanha uma família — com o pai sendo interpretado pelo nosso queridíssimo Wagner Moura e a mãe pela Greta Lee. De repente, o mundo lá fora vira um caos e eles se veem totalmente presos dentro da própria casa. No começo, parece só mais um filme de confinamento: eles precisam racionar comida, criar uma rotina para os filhos não surtarem, improvisar e tentar sobreviver num ambiente que vira, ao mesmo tempo, um abrigo e uma prisão. O Wagner Moura entrega uma atuação maravilhosa, fazendo você realmente se importar com aquela família.
Na trama, além de enfrentar problemas de ordem pessoal e afetiva, ele foi retirado do comando do BOPE para trabalhar no serviço de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado. A intenção dos inimigos era colocá-lo "na geladeira" para não incomodar as atividades do grupo, infiltrado em diversos setores da sociedade e faturando alto com isso. Mas uma vez caveira, sempre caveira, parceiro. (Roberto Cunha no site AdoroCinema)
Muitoooooo bommmmmm, mas...
Na minha opnião, não superou o 1º mas é um filme muito bom.
Como sempre a corrupção brasileira moldando e mudando o que há de melhor nesse país.