A icônica capa do álbum "Pet Your Friends" (1995), da banda norte-americana de rock alternativo Dishwalla, não foi criada originalmente para o mercado musical. Trata-se de uma fotografia real, publicada originalmente como capa da revista Life na edição de 23 de agosto de 1948.
A matéria da revista Life de 1948 contava a história de uma jovem de 16 anos que fez amizade com o cervo de estimação de uma amiga.
A Garota na Capa: A modelo da foto se chamava Jone Pedersen (mais tarde Jone Pedersen Codding). Na época em que a foto foi tirada em Dillon Beach, na Califórnia, ela era estudante do ensino médio.
Pouco tempo após a foto ser clicada, Jone venceu o concurso Miss Califórnia em 1949 e foi uma das grandes finalistas do Miss América.
O Encontro da Banda: Quase 50 anos depois, enquanto finalizavam o disco, a equipe da gravadora A&M Records localizou a família de Jone e obteve a autorização para usar a foto vintage.
A ideia principal de Billy Corgan (vocalista e líder da banda) era criar uma representação visual para a inocência infantil, a dualidade da vida (dia e noite) e o amadurecimento.
A figura central, que lembra uma boneca de porcelana com expressão sonhadora, foi montada por John Craig a partir de recortes e pinturas de épocas clássicas passadas.
Por anos, houve boatos entre os fãs sobre quem seria a mulher na capa. Apenas em 2012, Billy Corgan esclareceu oficialmente que o rosto é uma montagem e nunca pertenceu a uma pessoa viva.
Eu fui capturado por esse filme de uma forma tão grande que fiquei em transe quando o filme acabou... O desejo, o proibido, a oportunidade, o medo. Aff, o desejo dela por ele e o tesão dele por ela é surreal (ela foi indicada ao Oscar pela sua atuação). Esse é um filmaço aço aço mesmo!
Esse é um remake do filme austriáco de 2014, nessa versão, shows de interpretação de Naomi Watts, Nicholas Crovetti e Cameron Crovetti. Sabe aquele filme que tem um final surpreendente? A premissa é instigante: dois irmãos gêmeos reencontram a mãe após uma cirurgia facial, mas começam a suspeitar que a mulher enfaixada que voltou para casa não é quem diz ser.
Apenas 8 episódios. 4 moradores de Nova York enfrentam desafios difíceis... 4 vidas expostas num efeito dominó massa demais! Os problemas do cotidiano nos fazendo refletir da forma mais gostosa do mundo.
Uma jovem terapeuta é designada para atender a 5 sobreviventes de um acidente de avioão... Só que nem tudo é tão simples assim. Permita-se viajar nesse filmaço.
Filme muito bom, ideal para pensar em como precisamos respirar e refletir sempre.
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes é um drama comovente lançado pela Netflix, baseado no livro best-seller homônimo de Shelby Van Pelt.
A história gira em torno de uma amizade incrivelmente improvável e de como diferentes gerações lidam com a perda, o luto e os recomeços. Tova (Sally Field) é uma idosa que trabalha num aquário e conhece o jovem Cameron (Lewis Pullman)... Amizade e descobertas graças ao maravilhoso polco Marcellus.
A complexidade dessa série vai além de simples dilemas de um triangulo amoroso... Me pegou pelos dilemas existenciais de Floyd (DAVID HARBOUR) com uma interpretação impecável.
A busca de Clark (JASON BATEMAN) e Carol (LINDA CARDELLINI) pelo prazer contrasta com o amor que sentem por Floyd... BOM DEMAIS
Esse é um filme que divide opiniões de forma muito clara: visualmente impressionante, mas moralmente problemático.
Misturando luxo futurista com um minimalismo estéril que acentua a solidão dos personagens. A química inicial entre Chris Pratt (Jim) e Jennifer Lawrence (Aurora) funciona muito bem na tela, e o carismático barman androide Arthur (interpretado brilhantemente por Michael Sheen) rouba a cena, trazendo os melhores momentos de alívio cômico e filosofia de boteco espacial.
O Conceito "Love Bites" (O Amor Morde): Royel Maddell e Otis Pavlovic explicaram que o título do álbum e a sua capa foram inspirados na intensidade emocional do amor. Eles afirmam que "o amor morde mais forte do que qualquer outra emoção no mundo", e os "hickeys" (chupões) — embora deixem hematomas — são marcas passageiras que eventualmente cicatrizam.
Seu sexto álbum de estúdio foi criada pelo artista visual de Chicago, Marcellous Lovelace.
A obra é descrita como uma pintura vibrante e provocativa que reflete a temática madura, íntima e de empoderamento do álbum, marcando seu retorno após um hiato de mais de uma década.
A Imagem: A capa traz a representação de uma mulher negra nua, adornada com brincos amarelos grandes e um colar combinando que traz a frase "We fight" (Nós lutamos).
Significado e Mensagens: A arte é cercada por declarações escritas, como "We can save ourselves" (Podemos nos salvar) e "Your rules are nothing" (Suas regras não são nada).
Conceito: A arte visual de Marcellous Lovelace serve como a base emocional e estética do projeto, misturando poesia e melodia, refletindo resistência, resiliência e amor-próprio.
Contexto: Scott descreveu o processo de criação do álbum como o resultado de um "vilarejo" de pessoas talentosas e focadas.